Jogos Tradicionais 

criado por Gabriel Gonçalves Freire

Colaboradores

Daniel Guerrini

CONTEMPORÂNEOS

Aqui você encontrará sugestões de alguns textos relevantes sobre  os jogos tradicionais e culturas da infância a partir de autores que contribuem com a preservação cultural tanto do jogar quanto da própria criança na sociedade contemporânea.

Gisele Franco de Lima Santos

Alguns professores têm se dedicado a disseminar conhecimentos referentes aos jogos tradicionais para que outras pessoas conheçam quão importantes eles são para a formação humana e também da própria constituição  da civilização ou das civilizações. Gisele Franco de Lima Santos têm se destacado por sua contribuição com os jogos tradicionais em suas aulas na Universidade Estadual de Londrina, curso de Educação Física Licenciatura e pela sua rica produção textual a respeito da temática. A seguir sugerimos a leitura de alguns de seus textos para uma leitura crítica sobre os jogos tradicionais e o papel da Educação Física nas escolas durante o ensino-aprendizagem do conteúdo Jogo.

ORIGEM DOS JOGOS POPULARES: EM BUSCA DO "ELO PERDIDO"

No texto Origem dos Jogos Populares: em busca do "elo perdido" a autora apresenta a possível origem de alguns jogos tradicionais, entre eles, amarelinha, bola queimada, bets, entre outros. Além disso, ressalta a discussão sobre a importância dos professores, ao ensinarem os jogos, irem além da mera dinâmica deles (regras, objetivos, estrutura e forma de organização) reconhecendo-os como conhecimentos da cultura brasileira, produtores de sentidos e significados por aqueles que praticam. 

O JOGO NA FORMAÇÃO INICIAL EM EDUCAÇÃO FÍSICA

Em O jogo na formação inicial em Educação Física" Gisele inicia com a reflexão sobre o papel da Educação Física escolar atualmente e os objetivos de seu ensino para uma formação crítica dos estudantes via construção de conhecimentos. Em seguida, relata-se como o curso de Educação Física Licenciatura da Universidade Estadual de Londrina organizou, de 2007 a 2010, o currículo acadêmico em relação ao conteúdo Jogo. É um texto que revela como a aprendizagem do jogo no Ensino Superior (formação inicial) pode contribuir com seu ensino na Educação Básica.  

Be Inspired

Alguns professores têm se dedicado a disseminar conhecimentos referentes aos jogos tradicionais para que outras pessoas conheçam quão importantes eles são para a formação humana e também da própria constituição  da civilização ou das civilizações. Gisele Franco de Lima Santos têm se destacado por sua contribuição com os jogos tradicionais em suas aulas na Universidade Estadual de Londrina, curso de Educação Física Licenciatura e pela sua rica produção textual a respeito da temática. A seguir sugerimos a leitura de alguns de seus textos para uma leitura crítica sobre os jogos tradicionais e o papel da Educação Física nas escolas durante o ensino-aprendizagem do conteúdo Jogo.

ORIGEM DOS JOGOS POPULARES: EM BUSCA DO "ELO PERDIDO"

No texto Origem dos Jogos Populares: em busca do "elo perdido" a autora apresenta a possível origem de alguns jogos tradicionais, entre eles, amarelinha, bola queimada, bets, entre outros. Além disso, ressalta a discussão sobre a importância dos professores, ao ensinarem os jogos, irem além da mera dinâmica deles (regras, objetivos, estrutura e forma de organização) reconhecendo-os como conhecimentos da cultura brasileira, produtores de sentidos e significados por aqueles que praticam. 

O JOGO NA FORMAÇÃO INICIAL EM EDUCAÇÃO FÍSICA

Em O jogo na formação inicial em Educação Física" Gisele inicia com a reflexão sobre o papel da Educação Física escolar atualmente e os objetivos de seu ensino para uma formação crítica dos estudantes via construção de conhecimentos. Em seguida, relata-se como o curso de Educação Física Licenciatura da Universidade Estadual de Londrina organizou, de 2007 a 2010, o currículo acadêmico em relação ao conteúdo Jogo. É um texto que revela como a aprendizagem do jogo no Ensino Superior (formação inicial) pode contribuir com seu ensino na Educação Básica.  

Gisele Franco de Lima Santos

Alguns professores têm se dedicado a disseminar conhecimentos referentes aos jogos tradicionais para que outras pessoas conheçam quão importantes eles são para a formação humana e também da própria constituição  da civilização ou das civilizações. Gisele Franco de Lima Santos tem se destacado por sua contribuição com os jogos tradicionais em suas aulas na Universidade Estadual de Londrina, curso de Educação Física Licenciatura e pela sua rica produção textual a respeito da temática. A seguir sugerimos a leitura de alguns de seus textos para uma leitura crítica sobre os jogos tradicionais e o papel da Educação Física nas escolas durante o ensino-aprendizagem do conteúdo Jogo.

ORIGEM DOS JOGOS POPULARES: EM BUSCA DO "ELO PERDIDO"

No texto Origem dos Jogos Populares: em busca do "elo perdido" a autora apresenta a possível origem de alguns jogos tradicionais, entre eles, amarelinha, bola queimada, bets, entre outros. Além disso, ressalta a discussão sobre a importância dos professores, ao ensinarem os jogos, irem além da mera dinâmica deles (regras, objetivos, estrutura e forma de organização) reconhecendo-os como conhecimentos da cultura brasileira, produtores de sentidos e significados por aqueles que praticam. 

O PROCESSO DE CIVILIZAÇÃO DO JOGO

 O processo de civilização do jogo é um estudo aprofundado sobre as características do jogo no processo civilizatório das mais influentes sociedades ocidentais para humanidade. Com auxílio dos estudos de Nobert Elias sobre a teoria dos processos de civilização, Gisele aborda a estruturação do jogo desde as Antiguidades Egípcias, Grego-Romanas, passando pelos períodos Medieval e Modernidade, até a sociedade contemporânea. O texto representa sua Tese de Doutorado apresentada ao Programa de Pós Graduação em Educação da Faculdade de Filosofia e Ciências da UNESP/Marília no ano de 2012. 

O JOGO NA FORMAÇÃO INICIAL EM EDUCAÇÃO FÍSICA

Em O jogo na formação inicial em Educação Física" Gisele inicia com a reflexão sobre o papel da Educação Física escolar atualmente e os objetivos de seu ensino para uma formação crítica dos estudantes via construção de conhecimentos. Em seguida, relata-se como o curso de Educação Física Licenciatura da Universidade Estadual de Londrina organizou, de 2007 a 2010, o currículo acadêmico em relação ao conteúdo Jogo. É um texto que revela como a aprendizagem do jogo no Ensino Superior (formação inicial) pode contribuir com seu ensino na Educação Básica.  

Jogo e civilização: história, cultura e educação é um livro lançado no ano de 2015 pela editora EDUEL da Universidade Estadual de Londrina em que a autora sintetiza muito bem sua tese de doutorado "o processo de civilização do jogo" disponível ao lado.    

Quando o assunto é especificamente os jogos tradicionais, sem dúvida nenhuma que o livro Jogos Tradicionais e a Educação Física é um dos melhores materiais já produzidos sobre o assunto. No livro, a autora homenageia muitos jogos que marcaram a infância de várias pessoas com informações relevantes sobre eles. Também reafirma sua posição frente a finalidade da Educação Física na escola e como o ensino do jogo pode favorecer uma formação humana mais crítica.

Manuel José Jacinto Sarmento Pereira

Pensar criticamente sobre os jogos tradicionais, inseri-los na sociedade contemporânea carregada por novas formas de jogar, entre elas e em destaque os jogos eletrônicos, é tarefa complexa que será auxiliada pelos estudos da sociologia da infância. Sarmento (como é mais conhecido) pode ser considerado um dos mais importantes autores sobre a sociologia da infância do século XXI, embora seus estudos iniciais ainda remetam o século passado. Atualmente professor associado a Universidade do Minho - Portugal, possuí vasta e rica obra sobre a infância, educação, exclusão social entre outras áreas. Os textos aqui sugeridos sintetizam um pouco de sua contribuição para um pensar da infância que considere as crianças sujeitos produtores de cultura, e não apenas produtos e consumidores dela. É na percepção de que as crianças atribuem sentido e significados próprios, individual e coletivamente, que os jogos tradicionais hoje podem ser ressignificados com novas roupagens. 

GERAÇÕES E ALTERIDADE: INTERROGAÇÕES A PARTIR DA SOCIOLOGIA DA INFÂNCIA

IMAGINÁRIO E CULTURAS DA INFÂNCIA

Sarmento no texto Imaginário e Culturas da Infância reflete sobre a existência de várias culturas que perpassam a infância, em que não há apenas uma única forma cultural de manifestação durante a infância. Identifica que os jogos, como uma das formas culturais fundamentais e integradoras da infância, são considerados um patrimônio preservado pelas próprias crianças, em suas comunicações que escapam em larga medida a intervenção adulta.

AS CULTURAS DA INFÂNCIA NAS ENCRUZILHADAS DA 2ª MODERNIDADE

Em As culturas da infância nas encruzilhadas da 2ª modernidade, Sarmento é contrário a ideia proclamada  de que atualmente vive-se a "morte da infância". Afirma que a contemporaneidade tem favorecido uma pluralização dos modos de ser criança e que, conhecê-la (criança) em suas pluralidades é um passo decisivo no reconhecimento de suas contribuições com a renovação e inovação das praticas culturais na infância. A 2° modernidade, com pluralismo cultural emergente revela, portanto, a existência de infâncias dentro da infância, de prática culturais distintas entre si porém reinterpretadas a partir dos grupos geracionais em que são vivenciadas. O texto permite pensar os jogos tradicionais e sua constante renovação com esse olhar e reconhecimento das interpretações que as crianças atribuem ao mesmo jogo, por exemplo, cada qual dentro de sua geração. 

No livro  As crianças: contextos e identidades, no qual Sarmento é um dos organizadores e coautor, verificam-se temáticas em torno da criança que buscam assumi-la como ser social, com participação específica na produção cultural. Discute-se os direitos das crianças no mundo contemporâneo, a infância como construto social e as práticas lúdicas por elas realizadas. É um trabalho coletivo de estudiosos preocupados com a inserção das crianças nas agendas políticas governamentais. Foi lançado no ano de 1997 pela editora Braga da Universidade do Minho. 

Infância (In)Visível é um livro também organizado por Sarmento junto com Vera Maria Ramos de Vasconcellos que reflete sobre a visibilidade que as crianças têm assumido ou não na sociedade. Parte do pressuposto que muitas vezes a sociedade ignora o ser criança, invalidando o direito dela de viver a infância. É uma obra que dá voz as crianças das mais distintas localidades tentando torná-las visíveis aos adultos, e sociedade de modo geral, que com elas se relacionam. Foi lançado pela editora Junqueira e Marin no ano de 2007.

William Arnold Corsaro

A sociologia da infância enquanto movimento que busca compreender o mundo a partir da concepção das crianças, suas formas de relações sociais e produção cultural, tem no norte americano William A. Corsaro um dos mais respeitados nomes no mundo. Formado em Sociologia pela Indiana University de Bloomington (1970) chegando ao Doutorado em Sociologia pela University of North Carolina de Chapel Hill (1974), Corsaro torna o mundo infantil, as crianças, visíveis, destacando-se pela constante defesa da criança como construtora da sociedade e de cultura. Infelizmente, a maioria dos artigos que produziu encontram-se em inglês. Os textos sugeridos abaixo representam um pequena parcela de sua contribuição ao campo infantil. 

ENTRADA NO CAMPO, ACEITAÇÃO E NATUREZA DA PARTICIPAÇÃO NOS ESTUDOS ETNOGRÁFICOS COM CRIANÇAS PEQUENAS

SOCIOLOGIA DA INFÂNCIA: APROXIMAÇÃO ENTRE WILLIAM CORSARO E FLORESTAN FERNANDES

Sociologia da infância: aproximação entre William Corsaro e Florestan Fernandes, embora não seja um texto de Corsaro e sim sobre ele, escrito por Sandro Vinicius Sales dos Santos, é significativo para o entendimento das contribuições tanto dele quanto de Florestan para  campo da sociologia da infância. É um texto que trás conceitos de Corsaro como "reprodução interpretativa" e "cultura de pares" e de Florestan "folclore infantil" e "trocinhas". Reconhecer a importância dos jogos tradicionais  na cultura brasileira ganha força com o aspecto histórico de Florestan e no olhar sobre a participação ativa das crianças como produtoras de cultura em Corsaro.

Sociologia da Infância pode ser considerado um dos melhores livros sobre a infância atualmente. Com ele, Corsaro aprofunda a reflexão sobre o papel das crianças e o efeito da força social para a infância. Situa e contextualiza a infância em uma perspectiva histórico cultural, defendendo as interpretações e ações das crianças como elementos significativos na apropriação e elaboração cultural. O livro foi produzido pela editora Artmed no ano de 2011. 

Gerações e Alteridade: interrogações a partir da sociologia da infância é um texto que considera, e esse é um de seus objetivos, a criança como sujeito produtor de cultura, portanto, um ser cultural.  Insere o termo "geração" como importante categoria estrutural para o entendimento das relações sociais, especificamente analisando aquelas realizadas pelas crianças. Há convicção e defesa de que as relações sociais realizadas pelas crianças possuem características próprias, diferenciando-as daquelas promovidas entre adultos. Embora, concorda-se que adultos e crianças estabelecem também relações significativas e específicas.

No texto Entrada no campo, aceitação e natureza da participação nos estudos etnográficos com crianças pequenas, Corsaro faz um comparativo entre crianças pré escolares italianas e norte americanas. É um texto que apresenta como o modo de entrar em contato com as crianças faz a diferença na relação entre ela e o adulto. Defende a partir disso as pequisas que são realizadas com as crianças e não sobre elas. A etnografia é abordada enquanto metodologia importante nesse sentido.